Todo o Mundo é um palco

Eis um espaço de partilha para gente que se interessa por teatro e outras artes. Podemos e devemos partilhar: fotos, reflexões, críticas, notícias diversas, ou actividades. Inclui endereços para downloads. O Importante é que cada um venha até aqui dar o seu contributo. Colabore enviando o seu texto ou imagem para todomundoeumpalco@gmail.com

Segunda-feira, Janeiro 09, 2012

FESTIVAL CALE-SE 6



Começa no próximo 21 de Janeiro a sexta edição do "CALE-se" Festival Internacional de Teatro, único certame do género a nível nacional com carácter competitivo, numa parceria com a Câmara Municipal de V. N. de Gaia, a Freguesia de Canidelo e empresas privadas, organizado pelo Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores.
A edição de 2012, enquadrada no âmbito do 26º aniversário do Cale Estúdio Teatro, vai decorrer aos sábados até 24 de Março, nas instalações da Associação Recreativa de Canidelo (Rua do Meiral, 51 – junto ao cruzamento dos 4 Caminhos), em Vila Nova de Gaia.
Os espectáculos iniciam às 22 horas.
O festival visa a participação de grupos de teatro não profissionais, numa estrutura de oito espectáculos a concurso, que vão disputar os "Prémios CALE", atribuídos por um júri e também pelo público e que distinguem as melhores prestações nas várias áreas a concurso, como Interpretação, Encenação, Cenografia, Figurinos, Luz e Som.
Para mais informações e/ou reservas, queiram por favor contactar através de e-mail ou dos telefones 911062216 ou 963697254.

Terça-feira, Junho 21, 2011

APENIQUEIRA



Comédia Urbana de Costumes
de
Alfredo Correia


Consideramos “Apeniqueira” uma comédia urbana de costumes, cujo
texto é centrado num círculo caseiro de uma família , onde os comportamentos
e costumes passam pelos amores ilícitos, pela violação
das normas de conduta, pelas preocupações da vida amorosa, pelo
dinheiro, e pelo desejo de maior ascenção social.
Esta comédia, é a alternativa perfeita para o público espectador que,
deseja rir-se do que acontece na casa dos outros.
Qualquer semelhança encontrada nas situações, ocorridas na peça ,
são pura coincidência.
Divirtam-se e desfrutem desta arte que, apesar de efémera, nos leva
muitas vezes a reflectir o que somos.


POR ORDEM DE ENTRADA

Irene Magalhães
Cátia Gomes
Olívia Martins
Mauro Silva
Fernando Gomes
Lourdes Costa
José Pinto Gomes
Beatriz Ferreira
Cesário Costa


cenografia, desenho de luz e som, encenação
ALFREDO CORREIA


apoio logístico da Junta de Freguesia de Ramalde
20.ª PRODUÇÃO ANOS 90 SÉC. XX
COMPANHIA TEATRAL DE RAMALDE
DA ASSOCIAÇÃO 26 DE JANEIRO
PORTO – 2011
ELENCO SINOPSE


execução cenográfica
António Peixoto
operadora de som
Mariana Correia
design cartaz/programa
Artur Cunha
montagem da sonoplastia
David Ferreira
assistente de sala
Fátima Oliveira


COMPANHIA TEATRAL DE RAMALDE
A S S O C I A Ç Ã O 2 6 D E J A N E I R O

Quinta-feira, Junho 09, 2011

Homenagem a JOEL

O nosso amigo Joel, dos Plebeus Avintenses partiu faz alguns dias. Certamente estará ao lado de tantos quantos, como ele amavam o mundo das Artes e em particular do Teatro. O nosso aplauso de pé para o Joel. A nossa homenagem com um video produzido pelos seus companheiros. O céu ganhou mais uma estrela...


Helena Peixoto

Domingo, Maio 15, 2011

30ª Edição do Fazer a Festa - Festival Internacional de Teatro / EVOCAÇÃO






Infelizmente, a 30ª edição do Festival não se vai realizar em condições normais, com uma programação de espectáculos teatrais protagonizados por várias companhias nacionais e estrangeiras.

Várias são as razões:

os cortes nos apoios do Ministério da Cultura e a sua insensibilidade ao longo destes últimos anos para com a situação particular deste Festival Internacional.

A sucessiva deterioração das condições financeiras que o Festival vem acumulando ao longo das últimas edições.

A atitude hostil da Câmara Municipal do Porto que, além de não o apoiar financeiramente, deixou de disponibilizar o Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett para a sua realização e, este ano, ainda nem respondeu ao nosso pedido (o primeiro feito a 6 Dezembro 2010) de autorizar a utilização dos Jardins do Palácio de Cristal...

Todavia, ainda achamos que este Festival não deve acabar: o número de espectadores que a ele acorrem anualmente, a disponibilidade das companhias nacionais e estrangeiras que sempre aceitam a sua participação de forma entusiástica e todo o seu longo historial e referentes artísticos continuam a dar-nos alento para não desistir.

Entendemos que estes trinta anos devem ser lembrados e festejados como uma edição evocativa
que permita ser, ao mesmo tempo, um momento de festa e de parabéns por todos quantos contribuíram para que o FAZER A FESTA tivesse tão longa vida, mas também um compasso de espera, um momento de reflexão para o repensar e encetar novos caminhos que permitam que o Festival se renove e continue a ser um marco incontornável da vida teatral...

Assim o “FAZER A FESTA” de 2011, na sua 30ª edição, será a sua própria evocação, ocupando o espaço público da cidade do Porto com intervenções artísticas em lugares icónicos do burgo, festejando e questionando o seu lugar na vida cultural e social portuense e apelando à participação de todos quantos tornaram possível esta realidade com trinta anos, três vezes mais os que gastou Homero no seu regresso a Ítaca, depois da guerra de Tróia.

As intervenções artísticas serão concretizadas pelos elementos e colaboradores habituais da companhia e por todos aqueles artistas, companhias, amigos e espectadores que já passaram pelo Festival e todos as demais companhias e artistas teatrais portugueses que se queiram associar a esta edição evocativa, que acontecerá entre os dias 14 a 17 Junho 2011.

Relembramos as fases principais porque passou o Festival ou, aproveitando o mote, dar um passo no passado e outro no futuro.

José Leitão (director artístico do Festival)



Na Primavera de 1982 organizámos a 1ª edição do “FAZER A FESTA - FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO”.

A partir dessa data, anual e ininterruptamente, este Festival (o terceiro mais antigo Festival Internacional de Teatro que se organiza em Portugal e que, durante muitos anos, foi o único que dedicava a maior fatia da sua programação ao Teatro para a Infância e Juventude) foi cumprindo os seus objectivos bem como outros entretanto introduzidos, acompanhando a evolução teatral da cidade do Porto.

Relembrar alguns aspectos da sua história constitui um acto de resgate do olvido a que geralmente se vota a alguns aspectos da actividade teatral que, dada a sua efemeridade, facilmente se esquece se deles se não der notícia...

Ora, como sem memória não existe conhecimento e sem este não existe criatividade, o futuro alicerça-se também neste passar de testemunho dos que fizeram para os que vão fazer, ou melhor dizendo, nós não somos o princípio da história, ela já existia quando aqui chegamos e só se aprende sabendo...



de 1982 a l991 (da 1ª à 10ª edição): O Teatro à procura da Cidade ou aprendendo a andar, caminhando...

São anos de intensa actividade, aprendizagem, contactos e intercâmbios que nos permitem conhecer e ser aceites na comunidade teatral da cidade e do país. Lembre-se que a cidade do Porto só tem a 1ª edição doutro Festival Internacional de Teatro (o de Marionetas) em 1989, o Teatro Municipal Rivoli ainda não tinha programação, e o T.N. São João, como Teatro Nacional, só começaria e funcionar desde l984. Não havia na cidade salas de acolhimento de outras companhias e só nos dois festivais existentes (FITEI e FAZER A FESTA) se podia ver grupos de fora do Porto e do estrangeiro.

Em toda esta década o núcleo principal da programação do Fazer a Festa esteve sediado no Salão da Junta de Freguesia do Bonfim, que apoiou entusiasticamente o Festival até 1991.



de 1992 a 2002 (da 11ª à 21ª edição): A Cidade encontra o Teatro... Há Festa na Aldeia !

É nestes dez anos que o FAZER A FESTA dá o salto e se consolida como Festival de referência a nível nacional, principalmente porque passa a maior parte da sua programação para os jardins do Palácio de Cristal.

Os espectáculos são apresentados em tendas especialmente montados nos jardins e aproveitam-se outras estruturas edificadas no local. A programação vai desde as 10h da manhã até à madrugada, com espectáculos diurnos para a infância e escolas e aos fins de semana e espectáculos para a juventude e adultos às 21h30, às 23h30 e mesmo à 01h00 da madrugada... durante dez dias seguidos !

Começa-se a construir-se uma “Aldeia Teatral”: públicos e artistas partilham o mesmo restaurante e o bar, convertendo estes espaços em local de amena cavaqueira, conhecimento, aproximação e discussão entre os que fazem e os que viam os espectáculos.

Várias companhias nacionais já prestigiadas aceitam apresentar e mesmo estrear alguns espectáculos nestes espaços não convencionais e há momentos de intensa partilha teatral e artística entre todos os intervenientes. Companhias emergentes e projectos em nascimento apresentam-se no Festival e as companhias da chamada “província” encontram no Porto um espaço de apresentação dos seus espectáculos. Descobre-se que o País teatral não é só Lisboa e Porto...

Em 2001, a 20ª edição do Festival corresponde ao ano em que o Porto é capital europeia da Cultura e é inserida na sua programação. É neste ano que, pela primeira e única vez, é visitado por um Ministro da Cultura !

De notar que, em todas as suas edições nunca nenhum presidente das Direcções Gerais que o Ministério “inventa” ano sim ano não, nenhum secretário de estado da Cultura e nem mesmo qualquer Presidente de Câmara do Porto “ousaram” assistir ao Teatro nas tendas em que o Festival se realizava ! Talvez porque o FAZER A FESTA nunca teve gala de abertura, começando desde logo com Teatro... mas seria interessante saber quantos espectadores foram então conquistados para o Teatro por assistirem a este Festival !



de 2003 a 2011 (da 22ª à 30ª edição ?): O Teatro deixa a cidade...e o deserto aqui tão perto !

É a partir desta data que o Festival começa a sentir muitas dificuldades em se realizar.

Os apoios estatais não aumentam e o orçamento do Festival está englobado na actividade da companhia, não tendo contas autónomas. A Câmara Municipal com o novo executivo começa a hostilizar a cultura e o teatro e descem drasticamente os seus apoios numa primeira fase, para mais tarde acabarem com os mesmos.

Segue-se depois um tempo (2006) em que para obter apoio camarário é necessário assinar uma cláusula, comprometendo-se a companhia a não criticar a política cultural da edilidade. Quem não assina, não recebe apoio financeiro. Não assinamos: corte total do apoio financeiro.... que continua até hoje, 2011.

Esta última década tem sido penosa para a organização do Fazer a Festa e a sua programação tem andado “perdida” porque os apoios escassearam e o orçamento que o Teatro Art’ Imagem dispõe para o Festival não permite organizá-lo como achamos que merece. Tem sido a persistência da estrutura da nossa companhia e o apoio que tem vindo a ter de outras companhias de teatro portuguesas e também de algumas galegas, a única maneira encontrada para não acabar, esperando que melhores dias nos cheguem.



Olhando o futuro do Festival com muita apreensão mas não baixando os braços,

tudo faremos para que ele continue, se renove e encontre outros caminhos, colaborações e apoios !

( in página do facebook Art'imagem Teatro )

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Terça-feira, Março 29, 2011

MENSAGEM DO DIA MUNDIAL DO TEATRO 2011


Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2011 ITI - International Theatre Institute [World Organization for the Performing Arts]


Este é o momento exacto para uma reflexão sobre o imenso potencial que o Teatro tem para mobilizar as comunidades e criar pontes entre as suas diferenças.

Já, alguma vez, imaginaram que o Teatro pode ser uma ferramenta poderosa para a reconciliação e para a paz mundial?

Enquanto as nações consomem enormes quantidades de dinheiro em missões de paz nas mais diversas áreas de conflitos violentos no mundo, dá-se pouca atenção ao Teatro como alternativa para a mediação e transformação de conflitos.

Como podem todos os cidadãos da Terra alcançar a paz universal quando os instrumentos que se deveriam usar para tal são, aparentemente, usados para adquirir poderes externos e repressores?

O Teatro, subtilmente, permeia a alma do Homem dominado pelo medo e desconfiança, alterando a imagem que têm de si mesmos e abrindo um mundo de alternativas para o indivíduo e, por consequência, para a comunidade.

Ele pode dar um sentido à realidade de hoje, evitando um futuro incerto.

O Teatro pode intervir de forma simples e directa na política. Ao ser incluído, o Teatro pode conter experiências capazes de transcender conceitos falsos e pré-concebidos.

Além disso, o Teatro é um meio, comprovado, para defender e apresentar ideias que sustentamos colectivamente e que, por elas, teremos de lutar quando são violadas.

Na previsão de um futuro de paz, deveremos começar por usar meios pacíficos na procura de nos compreendermos melhor, de nos respeitarmos e de reconhecer as contribuições de cada ser humano no processo do caminho da paz.

O Teatro é uma linguagem universal, através da qual podemos usar mensagens de paz e de reconciliação.

Com o envolvimento activo de todos os participantes, o Teatro pode fazer com que muitas consciências reconstruam os seus conceitos pré-estabelecidos e, desta forma, dê ao indivíduo a oportunidade de renascer para fazer escolhas baseadas no conhecimento e nas realidades redescobertas.

Para que o Teatro prospere entre as outras formas de arte, deveremos dar um passo firme no futuro, incorporando-o na vida quotidiana, através da abordagem de questões prementes de conflito e de paz.

Na procura da transformação social e na reforma das comunidades, o Teatro já se manifesta em zonas devastadas pela guerra, entre comunidades que sofrem com a pobreza ou com a doença crónica.

Existe um número crescente de casos de sucesso onde o Teatro conseguiu mobilizar públicos para promover a consciencialização no apoio às vítimas de traumas pós-guerra.

Faz sentido existirem plataformas culturais, como o [ITI] Instituto Internacional de Teatro, que visam consolidar a paz e a amizade entre as nações.

Conhecendo o poder que o Teatro tem é, então, uma farsa manter o silêncio em tempos como este e deixar que sejam “guardiães” da paz no nosso mundo os que empunham armas e lançam bombas.

Como podem os instrumentos de alienação serem, ao mesmo tempo instrumentos de paz e reconciliação?

Exorto-vos, neste Dia Mundial do Teatro, a pensar nesta perspectiva e a divulgar o Teatro, como uma ferramenta universal de diálogo, para a transformação social e para a reforma das comunidades.

Enquanto as Nações Unidas gastam somas colossais em missões de paz com o uso de armas por todo o mundo, o Teatro é uma alternativa espontânea e humana, menos dispendiosa e muito mais potente.

Não será a única forma de conseguir a paz, mas o Teatro, certamente, deverá ser utilizado como uma ferramenta eficaz nas missões de paz.


Jessica Kaahwa (Uganda)

Makerere University Department of Music, Dance and Drama

Segunda-feira, Janeiro 10, 2011

CALE-SE 5 - PROGRAMAÇÃO



A quinta edição do festival "CALE-se", organizado pelo Cale Estúdio Teatro, vai decorrer aos sábados, em Canidelo, Vila Nova de Gaia, de 15 de Janeiro a 19 de Março, na sala da Associação Recreativa de Canidelo (Rua do Meiral, 51 – junto ao cruzamento dos 4 Caminhos).

Os espectáculos iniciam às 22 horas.


Para mais informações e/ou reservas, queiram por favor contactar através de e-mail ou dos telefones 911062216 ou 963697254.




CALE-se 5
FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO

PROGRAMA

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15 JANEIRO
Homenagem a VÍTOR DE SOUSA, patrono do “CALE-se 5”,

com presença confirmada do actor

Espectáculo: A VINGANÇA DE ANTERO

Autor: Luísa Costa Gomes

Grupo: ULTIMAcTO (Tomar)

Género: Comédia

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22 JANEIRO

Espectáculo: O MEU CORAÇÃO DE BANDOLIM
Autor: Leandro Ribeiro

Grupo: SOL D'ALMA (Ovar)

Género: Musical


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29 JANEIRO

Espectáculo: SE PERGUNTAREM POR MIM, NÃO ESTOU

Autor: Mário de Carvalho

Grupo: CCPL - Confederação da Comunidade Portuguesa no Luxemburgo (Luxemburgo)

Género: Comédia (em português)





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5 FEVEREIRO

Espectáculo: A COLINA

Autor: Miguel Mestre

Grupo: GRUPO DE TEATRO CONTRA-SENSO (Lisboa)

Género: Drama

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19 FEVEREIRO

Espectáculo: A CASA DE BERNARDA ALBA

Autor: Federico García Lorca

Grupo: VITEOTONIUS (Viseu)

Género: Drama


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26 FEVEREIRO

Espectáculo: MÉDICO À FORÇA

Autor: Molière

Grupo: OS PLEBEUS AVINTENSES (V. N. Gaia)

Género: Comédia


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5 MARÇO

Espectáculo: A SOCIEDADE

Autor: Ricardo Kalash

Grupo: CURRAL DA MULA - GRUPO DE TEATRO DE ABRUNHEIRA (Montemor-o-Velho)

Género: Comédia


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12 MARÇO

Espectáculo: ORAÇÃO

Autor: Fernando Arrabal

Grupo: CALABOUÇO ENCENAÇÕES (Brasil)

Género: Drama


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19 MARÇO

Espectáculo: REPÚBLICA PORTUGUESA: O SONHO DE UM MONARCA

Autor: Jorge Geraldo

Grupo: LOUCOMOTIVA - GRUPO DE TEATRO DE TAVEIRO (Coimbra)

Género: Comédia

CERIMÓNIA DE ENTREGA DOS "PRÉMIOS CALE"

ENCERRAMENTO DO "CALE-se" 5

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Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores
Rua do Meiral, 51 – 4400-501 V. N. Gaia
Tlm. 911 062 216


Sábado, Outubro 02, 2010

CALE-SE 5 - 2011


O Cale Estúdio Teatro - Associação Cultural de Actores, em parceria com a Delegação Regional da Cultura do Norte, a Câmara Municipal de V. N. de Gaia e a Freguesia de Canidelo, promove a quinta edição do festival CALE-se, Festival Internacional de Teatro, único certame do género a nível nacional de carácter competitivo. A edição de 2011, que se enquadra no âmbito do 25.º aniversário do Cale Estúdio Teatro, decorrerá aos sábados, entre 15 de Janeiro e 19 de Março, e rege-se pelo seguinte regulamento:



Regulamento


1. OBJECTIVOS DO FESTIVAL

Promover e apoiar o desenvolvimento qualitativo do Teatro de Amadores, premiando o mérito de prestações individuais e colectivas. Também a permuta de experiências, o reforço da solidariedade associativa e a divulgação do fenómeno teatral de carácter não-profissional, constituem objectivos deste projecto, sublinhando a importância que o Teatro de Amadores continua a assumir na sociedade.
É, ainda, objectivo do grupo organizador promover a divulgação e o intercâmbio com realidades de teatro não-profissional de outros países de língua oficial portuguesa e da União Europeia.

2. CONDIÇÕES DE ADMISSÃO

2.1. Podem concorrer ao "CALE-se 5" todos os grupos de teatro de carácter não-profissional, portugueses, de outros países da UE e de países de língua oficial portuguesa, sujeitando-se a uma selecção prévia. A organização pode, por sua vez, proceder a convites directos ou delegar esses convites aos parceiros institucionais.

2.2. Os grupos interessados devem proceder à sua inscrição (candidatura), entre 1 e 31 de Outubro de 2010 (data do correio).

2.3. A inscrição dos grupos deve ser feita através de formulário próprio, a enviar via postal ou por correio electrónico, a que os grupos devem juntar, obrigatoriamente, os seguintes elementos relativos ao espec-táculo que inscrevem:

a) texto integral e biografia do autor;
b) fotografias;
c) filmagem em DVD;
d) ficha técnica e artística;
e) sinopse;
f) cartaz;
g) rider técnico;
h) historial do grupo;
i) documento de classificação etária, atribuído pela Comissão de Classificação de Espectáculos.

2.4. A simples inscrição no "CALE-se 5" implica a aceitação integral das normas do presente regulamento por parte dos grupos de teatro candidatos.

3. MÉTODOS DE SELECÇÃO

3.1. Serão critérios de selecção dos espectáculos participantes, parâmetros artísticos, exigências técnicas, historial do grupo e factores logísticos como a duração do espectáculo e o número de elementos.

3.2. Os grupos estrangeiros devem ter em conside-ração o facto de o idioma utilizado nos espectáculos propostos não deve constituir um entrave à compreensão dos mesmos.

3.3. A divulgação dos grupos seleccionados será feita na segunda quinzena de Dezembro de 2010.

4. LOCAL

O "CALE-se 5" realizar-se-á nas instalações da Associação Recreativa de Canidelo, em Vila Nova de Gaia, ao abrigo do protocolo entre o Cale Estúdio Teatro e aquela associação. Não está excluída a hipótese de alguns espectáculos, pelas suas características, ou por indisponibilidade da sala, se realizarem noutros locais do concelho.

5. ESTRUTURA DO FESTIVAL

5.1. O "CALE-se 5" desenvolve-se ao longo de nove sábados. Em cada um dos dias, um grupo concorrente apresentará o seu espectáculo, num total de oito grupos concorrentes.

5.2. Faz parte do "CALE-se 5" uma sessão de encerramento, onde se procederá à entrega dos prémios. A sessão é precedida da actuação do grupo vencedor do Prémio “Melhor Espectáculo 2009”.

5.3. Cada grupo participante assume o compromisso de se fazer representar na sessão de entrega de prémios por, no mínimo, um elemento do grupo. A organização garante a estadia (alojamento em quarto duplo e jantar) a dois elementos de cada grupo.

5.4. Cada grupo participante é responsável pela montagem do seu espectáculo, devendo obrigatoriamente comunicar à organização, e em tempo útil, as necessidades de ordem técnica e/ou logística, que aquela tentará suprimir dentro das suas possibilidades.

5.5. A organização do “CALE-se 5” garante o alojamento dos participantes dos grupos cuja sede se situe a mais de 150 km de V. N. Gaia.

5.6. Fica também ao encargo da organização o jantar de sábado dos elementos participantes de grupos portugueses. Aos grupos estrangeiros que venham a participar no festival, a organização garante, ainda, o almoço de sábado e o de domingo.

5.7. Toda e qualquer despesa relativa a direitos de autor dos espectáculos seleccionados fica à responsabilidade dos grupos participantes, não assumindo a organização qualquer dever nesse sentido. Enquanto promotor do festival em referência, o Cale Estúdio Teatro providenciará as necessárias licenças de representação para os espectáculos que integrem o “CALE-se 5”. Para tal, os grupos seleccionados devem apresentar, no prazo máximo de 15 dias após confirmação de participação no “CALE-se 5”, autorização da Sociedade Portuguesa de Autores ou congénere, que comprove situação regularizada sobre os direitos de autor.

5.8. O incumprimento do ponto anterior por parte de qualquer grupo é motivo de anulação da sua partici-pação no festival, obrigando-se o grupo em questão a assumir todas as despesas eventualmente realizadas decorrentes da sua participação no festival.

6. JÚRI

6.1. O Júri é composto por três elementos: duas personalidades ligadas ao Teatro, convidadas pela organi-zação, e um terceiro elemento, do Cale Estúdio Teatro.

6.2. Nenhum membro do Júri poderá participar, nas mais diversas áreas, em qualquer dos espectáculos a concurso.

6.3. Os critérios de avaliação dos espectáculos serão definidos entre os membros do Júri.

6.4. O Júri é soberano, não cabendo recurso das suas decisões.

7. PRÉMIOS

7.1. O festival “CALE-se” institui a atribuição dos ‘Prémios CALE’, que visam distinguir as melhores prestações, entre os espectáculos a concurso e segundo a avaliação do Júri, nas seguintes categorias: Interpretação (masculina e feminina), Cenografia, Desenho de Luzes, Guarda-Roupa, Sonoplastia, Encenação e Espectáculo.

7.2. Os prémios são reconhecimentos de mérito, não pecuniários, simbolizados num troféu original concebido para o efeito.

7.3. Prevê-se, ainda, a atribuição do "Prémio do Público", que indicará a escolha do público para o Melhor Espectáculo, e para o qual podem votar os espectadores que assistam à maioria das sessões do "CALE-se 5". Para tal, a organização disponibilizará um cartão que permita o controlo das presenças e a respectiva votação.

8. HOMENAGEM

O Cale Estúdio Teatro convidará a estar presente na abertura do “CALE-se 5” uma figura de reconhecido mérito que tenha contribuído para o desenvolvimento, engrandecimento e divulgação do Teatro, e que será o patrono da quinta edição do festival.

9. OMISSÕES E ESCLARECIMENTOS

Dúvidas ou omissões do presente regulamento serão esclarecidas pela organização, cuja decisão será sempre soberana.

Mais informações:
Cale Estúdio Teatro
Rua do Meiral, 51 - 4400-501 Vila Nova de Gaia
Telefones: 911 062 216 - 963 697 254
caleestudioteatro@gmail.com



cale.se05@gmail.com